quinta-feira, 13 de outubro de 2005

Avaliação do Grau de Incapacidade (Retinopatia) #2

O oftalmologista ainda não teve tempo de me passar o atestado. Sem ele, não posso fazer o requerimento da junta médica (que, a bem dizer, também ainda não redigi! Tenho que fazer isso rapidamente!).
Mas foi-me prometido que, amanhã, o atestado está pronto. Que seja!

quarta-feira, 12 de outubro de 2005

Publicidade no blog

Aderi ao programa Google AdSense, graças ao qual surgem os anúncios publicitários que podem ver na parte de cima e também em baixo, neste blog.
Estes anúncios não são escolhidos por mim, e eu nada tenho a ver com as empresas, produtos ou serviços que eles publicitam.
No entanto, os anúncios são automaticamente seleccionados com base no conteúdo do blog, pelo que, espera-se, terão algo a ver com os assuntos tratados no mesmo.

O(A) caro(a) leitor(a), obviamente, não tem obrigação nenhuma de "clicar" neles, mas eles aí estão, se o desejar fazer.

A barra de pesquisas ao lado também se integra no mesmo programa.

NOTA: Se tem um site e também quer participar no programa, clique no botão que aparece do lado esquerdo, abaixo dos links. ;-)


Actualização em 12 Mar. 2006:
Houve algumas alterações na disposição de vários elementos do AdSense nete blog. Para mais informações, ver o artigo "Este blog visto no Internet Explorer 6!".

sábado, 8 de outubro de 2005

Avaliação do Grau de Incapacidade (Retinopatia)

A minha retinopatia já me foi diagnosticada há mais de um ano, mas para resumir a história, na Segunda-feira passada, foi este o veredicto do oftalmologista:
0% de visão no olho esquerdo!
40% de visão no olho direito!
Há aqui uns pormenores a considerar (p.e., o olho esquerdo ainda se apercebe de que lado vem determinada luz...)., mas para já, vamos ao assunto deste artigo:

Segundo a Tabela Ncional de Incapacidades (TNI) causadas por acidentes de trabalho, os referidos valores dar-me-iam um grau de incapacidade de 45% de incapacidade (i.e. os meus ojhos funcionarão a ãpenas 55% do normal).
No entanto, aqui, a "barreira" é normalmente os 60% (para fins de subsídios, vagas de emprego, etc), i.e., a ver apenas 40%.... (no meu caso, que é "ver").
No entanto, mais uma vez, a TNI é usada como" indicadora " do grau de incapacidade, mas espera-se algum bom senso, p0r assim dizer, da parte de quem avalia. Aliás, não é o oftalmologiasta quem faz a avaliação (legalmente válida), mas sim um junta médica convocada para o efeito. No entanto, para requerermos essa avaliação da junta médica, é preciso um atestadop do médico a dizer que somes defs... Santa Burocracia!
Dexei o decreto-ei com uma notazinha ao oftalmologista na Sexta, e espero ir buscar o dito atestado médico para poder fazer a o requerimento a quem comete (no caso, o Delegado Reginonal de Saúde, mas o mesmo é entregue ao subdirectr-geral... Vou então buscar o papelucho amanãi.

Legislação:
- Decreto-Lei n.o 202/96 de 23 de Outubro (Competências, Processo de avaliação, ...);
- Lei n.o 9/89, de 2 de Maio—Lei de Bases da Prevenção e da Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência;
- Decreto-Lei n.o 341/93, de 30 de Setembro, aprova a TNI.

CORRECÇÃO (14 Out. 2005):
A Lei 9/98 de 2 de Maio já foi substituída pela seguinte:
- Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto.

terça-feira, 20 de setembro de 2005

CORRECÇÕES AO BLOG!!

No artigo de 23 de Agosto, sobre os tipos de diabetes, pus-me, numa de pedagogia, a dar uma breve explicação sobre os tipos de diabetes... E ERREI! Prestei falsas informações, e por isso peço desculpa.
No meu entender, não era muito preocupante o rigor do que dizia, pois apenas quis distinguir a diabetes tipo 1 (da qual falei bem, ou quase!) da tipo 2, muito mais comum (90%) e à pala da qual, nós "minoritários" estamos, volta-e-meia-meia-volta, a aturar o que não tem nada conosco. Não que os diabéticos tipo 2 tenham obrigação de aturar seja quem for, mas para um tipo 1 é ainda mais chato... E além disso... este blog ainda nem começou!
De qualquer forma, e uma vez que podem cá "chover" pessoas à procura de informação sobre diabetes, particularmente 2, achei correcto prestar-lhes(vos) a informação masi correcta posível, mesmo que pouca...

Actualização (23 Set. 2005): Também actualizadas informações sobre o Contador de visitas.

quinta-feira, 1 de setembro de 2005

A revista Lancet e a homeopatia

No mesmo dia em que publiquei a primeira entrada sobre a molécula associada à retinopatia (26/08), a TSF anunciava que a revista Lancet publicara um artigo que afirmava que os medicamentos homeopáticos não funcionam - ou que terão apenas um efeito placebo.

Não nos é facultada a leitura integral do texto, sem uma subscrição paga da revista. Por isso, cá vai o que se pode "sacar" do resumo acessível ao grande público, assim como do que é adiantado pela TSF.

Para o estudo, compararam-se três grupos de pessoas com asma e/ou(?) alergias. Um dos grupos foi tratado com medicamentos homeopáticos, outro com medicamentos "convencionais" (ou alopáticos), e ainda um terceiro que recebeu apenas placebos, para efeitos de comparação.
A conclusão dos investigadores é a de que os medicamentos homeopáticos têm um efeito análogo ao dos placebos. Já os medicamentos convecionais mostraram ter um "efeito importante e duradouro".

Não sou nenhum perito em homeopatia (sei, aliás, muito pouco sobre o assunto), mas duvido que os investigadores em questão tenham também a devida preparação nesta abordagem médica...
De facto, não são apenas os medicamentos que mudam entre tratamentos homeopáticos e alopáticos. Se não viram ainda as definições destas, aconselho-vos a darem agora uma vista de olhos... É só "clicar" nos links... A informação que a Wikipedia fornece sobre a Homeopatia é bastante extensa, mas levanta questões muito interessantes - talvez volte a isto um dia destes!
Entre outros conceitos interessantes é o que opõe o tratamento "pelos efeitos contrários" da Alopatia ao tratamento "pelos efeitos semelhantes" da Homeopatia. Esta ideia pode parecer estranha, mas assemelha-se muito à da vacinação, embora num sentido muito mais abrangente que esta.
Outra ideia interessante da homeopatia é a recusa da "especialização" e do "organicismos" e a maior aposta no paciente como um todo integrado.

A abordagem homeopática é radicalmente diferente da abordagem da medicina tradicional. E não me parece que seja fácil comparar medicamentos, isoladamente das abordagens terapeuticas subjacentes.

Conhecimentos científicos à parte, a dificuldade de acesso ao saber médico (alopático), e a forma como o mesmo tira conclusões genéricas sobre estudos particulares deixa muito a desejar... Já a forma como alguns médicos alopatas ditam verdades não deixa nada a desejar! São simplesmente inadmissíveis!