sábado, 28 de julho de 2007

Unicamp desenvolve cirurgia capaz de curar diabetes

Pensaram que eu tinha morrido, não? Mas não, ainda não... :-P
Novidades? Imensas! Mas como não há tempo, transcrevo só uma noticiazinha e depois um "piqueno" comentário.

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Unicamp desenvolve cirurgia capaz de curar diabetes
Em 26/07/2007


Pesquisadores da FCM da Unicamp estão testando uma nova cirurgia capaz de curar pacientes de diabetes. Cinco pessoas foram submetidas ao procedimento e quatro delas já estão curadas, dispensando até mesmo a insulina, enquanto a quinta conseguiu reduzir em até 80% a ingestão da substância.
O estudo começou depois da constatação de que 90% dos pacientes obesos com diabetes que passavam pela cirurgia de redução de estômago ficavam curados da doença. Anteriormente, a melhora era atribuída à própria diminuição do peso, razão da cirurgia, mas já havia redução da taxa de glicemia antes mesmo do emagrecimento, inclusive no pós-operatório. A partir daí, os médicos da Unicamp decidiram investigar.
Durante a cirurgia de redução de estômago, além da diminuição do tamanho do órgão, é feito um desvio para o alimento de forma que ele evite a primeira parte do intestino. Os médicos da Unicamp descobriram que esse procedimento secundário provoca o aumento de uma substância chamada GLP1 que, por sua vez, estimula o pâncreas a produzir insulina.
A nova técnica parte direto para esse desvio, dispensando a redução do estômago, mas costurando o órgão no intestino entre 70 e 80 centímetros depois do ponto original. Assim, pode ser aplicada até mesmo a pacientes não obesos, caso das cinco pessoas que foram submetidas à cirurgia até agora.
Fonte: Unicamp

> Ligação original

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Pois... Para não variar, a gente fica completamente à nora sobre a que tipo de diabetes isto se aplica...
Está bem, está certo, os tipo 2 são 90% ou mais dos diabéticos mas porra!... Esses são os mais fáceis de curar! Pelo menos em teoria. Dito de outra maneira: "doença incurável" e "irreversível" é a diabetes tipo 1 (pelo menos, até ver). A tipo 2 pode até ser controlada com dieta, exercício... dependendo dos casos, evidentemente... Tipo 1 não têm essa hipótese... NUNCA!
E de qualquer forma, os diabéticos tipo 1 também são gente, ou não? Por isso, senhores "investigadores" e "jornalistas", façam o favor de especificar a que tipo de diabetes se referem, sim? Não é pedir muito, pois não?...
Bem, uma coisa o artigo refere: que os pacientes submetidos à cirurgia NÃO eram obesos! Os tipo 2 são-no quase sempre e os tipo 1 quase nunca!... ;-) Repararamno !quase", não repararam?...


Actualização 21/05/2008: Por favor, leia também o artigo seguinte que publiquei sobre este assunto:
http://diabetico-mc.blogspot.com/2007/09/esclarecimento-sobre-ltima-entrada.html

quarta-feira, 2 de agosto de 2006

UE financia investigação sobre células estaminais embrionárias

Na continuação do artigo anterior...

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UE financia investigação sobre células estaminais embrionárias
Por Sarah Laitner em Bruxelas e Clive Cookson em Londres
Publicado em: 24 de Julho de 2006 20:23


Segunda-feira, a União Europeia decidiu conceder fundos para a experimentação com células estaminais embrionárias humanas, depois de os estados-membros terem chegado a um compromisso sobre a forma como a investigação será financiada.

A decisão surge uma semana depois de o presidente George W. Bush ter ter afrontado a comunidade científica ao vetar uma alargamento do financiamento federal para a ciência das células estaminais nos Estados Unidos.

Células estaminais envoltas em controvérsia

A minha tradução de um artigo (incompleto) no Financial Times, seguido de um pequeno comentário:

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Células estaminais envoltas em controvérsia
Publicado em: 21 de Julho de 2006 03:00

O mundo continua envolto em séria controvérsia a propósito das células estaminais. O foco esta semana esteve nos Estados Unidos, onde o Congresso, infelizmente, não conseguiu ultrapassar o primeiro voto da presidência de George W. Bush; a legislação que iria expandir o financiamento da investigação sobre células estaminais embriónicas está morta, pelo menos até às eleições intermédias de Outono. Na próxima semana, o foco voltar-se-á para a União Europeia, onde os ministros da da ciência e da indústria se reunem na Segunda-feira para decidirem se a UE pode continuar a conceder fundos limitados à investigação de embriões humanos.

Em ambos os lados do Atlântico, o apoio público à investigação de células estaminais embriónicas tem vindo a crescer, conforme as pessoas se apercebem dos benefícios nédicos que poderão advir desse trabalho - incluindo desde tratamentos para o Parkinson ou lesões na espinal medula até à diabetes e à falha cardíaca. Mas uma poderosa minoria "pro-vida" permanece implacavelmente oposta a qualquer experimentação com embriões humanos, mesmo quando são ainda uma microscópica bola de células indiferenciadas, e mesmo quando os centros de fertilização in vitro os descartariam como um excedente.

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É uma questão polémica já se sabe, e só um completo idiota não terá dúvidas, independentemente da posição que escolher...
No entanto, parece-me que a frase-chave aqui será: "mesmo quando os centros de fertilização in vitro os descartariam como um excedente." Ou seja, as clínicas e centros de fertilização in vitro "descartam" (deitam ao lixo) embriões humanos que não são já necessários para a fertilização propriamente dita. Como é que isto é preferível a utilizar esses mesmos embriões para, potencialmente, melhorar o estado de saúde de uma pessoa viva, até mesmo salvar-lhe a própria vida... é algo que me ultrapassa por completo!

terça-feira, 1 de agosto de 2006

Vacina contra o cancro da pele e dos rins

Não tem a ver com diabetes, mas tem a ver com saúde... ;)
Publico aqui uma mensagem que recebi de uma pessoa amiga.


Vacina contra câncer

Por favor, divulguem esta vitória da medicina genética brasileira.


Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por cientistas médicos brasileiros, uma vacina para estes dois tipos de câncer, que mostrou -se eficaz, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada.
A vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico oncologista do paciente. Nome do médico que desenvolveu a vacina:
José Alexandre Barbuto
Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.

Telefone do Laboratório:0800-7737327
(falar com Dra. Ana Carolina ou Dra. Karyn, para maiores detalhes)


terça-feira, 4 de julho de 2006

Aparelhos de punção #2

Referi na "primeira parte deste artigo" que, quando estive no hospital, depois de ser operado, me picaram no hospital com um aparelho de punção aparentemente indolor.

Lamento informar-vos que, afinal, não é indolor... :(
Já estive três vezes no hospital neste último mês e meio e uma vez no centro de saúde. De todas as vezes fui picado com esses aparelhos que não são mais indolores do que aquele que uso agora.

Parece que, afinal, a dor que não senti depois da operação era ainda da anestesia ou algo assim...
Peço desculpa se (des)iludi alguém...

Beijinhos e abraços,
dmc