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sábado, 1 de dezembro de 2007

Tiras de teste OneTouch falsificadas!

Estas notícias já têm mais de um ano, mas só as vi agora, enquanto fazia a pesquisa que menciono no meu comentário de hoje à entrada anterior neste blog. Talvez tenham ainda pertinência - oxalá que não!

As notícias são da Food and Drug Administration (FDA) dos E.U.A. e referem-se a tiras de teste fabricadas por alguém que não a LifeScan, Inc..
As ditas tiras de teste falsificadas podem fornecer resultados errados (tanto para cima como para baixo), podendo levar o paciente a tomar uma dose demasiado grande ou demasiado pequena de medicação, com os consequentes riscos para a sua saúde.

Isto é um anúncio relativo a lotes vendidos nos EUA e o mais provável é que a dita falsificação não tenha chegado a Portugal (nem, penso eu, ao Brasil). No entanto...

Produtos e lotes afectados:
* Tiras de teste One Touch® Basic®/Profile® (lotes 272894A, 2619932, 2606340, 2615211 e 227078A) e ...
* Tiras de teste One Touch® Ultra® (lotes 2691191 e 2691261).


Fontes:
http://www.fda.gov/bbs/topics/NEWS/2006/NEW01497.html (23/10/2006)
http://www.fda.gov/bbs/topics/NEWS/2006/NEW01528.html (15/12/2006)

terça-feira, 4 de julho de 2006

Aparelhos de punção #2

Referi na "primeira parte deste artigo" que, quando estive no hospital, depois de ser operado, me picaram no hospital com um aparelho de punção aparentemente indolor.

Lamento informar-vos que, afinal, não é indolor... :(
Já estive três vezes no hospital neste último mês e meio e uma vez no centro de saúde. De todas as vezes fui picado com esses aparelhos que não são mais indolores do que aquele que uso agora.

Parece que, afinal, a dor que não senti depois da operação era ainda da anestesia ou algo assim...
Peço desculpa se (des)iludi alguém...

Beijinhos e abraços,
dmc

sábado, 8 de abril de 2006

Aparelhos de punção


O amigo Resultados publicou um comentário ao meu último artigo, em que falava do recei em fazer os testes de glicémia. Cá vai a minha resposta, que poderá interessar a mais alguém...


Pois... essa foi uma das razões da discussão com a minha amiga (os testes de glicémia)...

Mas quanto a isso, uma curiosidade... Quando estive no hospital por causa da cirurgia... Bem, na noite de véspera fiz as picadas com o meu aparelho (o que vem com o Lifescan OneTouch Ultra, o que é muuuuito menos doloroso do que com a agulha de seringa intramuscular (ou até intravenosa!) que nos pica o dedo à força de braço, com que me habituei a ser picado nas infelizes vezes em que fui parar às urgências ou internamentos...

O aparelho de medição do OneTouch Ultra é muito bom (prqueno, leve e basta uma gotinha muito pequena de sangue para dar os resultados, entre outras boas características), já o aparelho de punção é "normal" (um "cilindro" de 11,5cm de comprimento, aberto de um lado, por onde uma lanceta pica o dedo com uma profundidade ajustável). Diria mesmo que era um aparelho de punção tão bom como outro qualquer, até conhecer outro...

No segundo e terceiro dias no hospital, após a operação (já não me lembro se antes também) fizeram-me as picadas não comuma agulha movia a força de braço, mas sim com um aparelho de punção (não sei se por eu me ter queixado na véspera das agulhas, ou se afinal é o que usam agora).
Este aparelho de punção do hospital era diferente do meu. Era uma paralelípido de uns 5cm ou menos. Não era apoiado contra o dedo na perpendicular, mas antes paralelamente! E a sensação... nenhuma!
Eu ainda estava a "acordar" da anestesia, pelo que talvez a minha sensibilidade estivesse diminuída - no entanto, sentia as injecções de insulina normalmente.
O facto é que eu me espantava como, de cada vez que usavam aquele aparelho, eu só ouvia um clique, não sentia nada e, no entanto, saía uma gota de sangue para o teste!

Vou ver se me informo que aparelho era aquele e se consigo testá-lo. Depois digo-te alguma coisa, Resultados.


Entretanto, se alguém souber de que apaerlho eu estive aqui a falar, agradece-se informações sobre o mesmo. :)

domingo, 5 de fevereiro de 2006

FDA (EUA) aprova insulina inalada Exubera

Como a nótícia é de grande interesse (nem tanto para os diabéticos tipo 1 adultos como eu, mas prontos...), dei-me ao trabalho de a traduzir. Esta é a notícia como surgiu na página do site About.com (http://diabetes.about.com/od/insulinpills/a/Exubera.htm, visualizada em 04 Fev. 2006). O link para a notícia original da FDA (Food and Drug Administration) dos EUA, está no final do artigo, antes da data.
Então cá vai:

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FDA Aprova Insulina Inalada Exubera

Por Nina Nazor,
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A Food and Drug Administration aprovou finalmente a primeira insulina inalada. A Exubera é um pó inalável, feito de insulina humana recombinante (produzida através de um processo de engenharia genética) para o tratamento de pacientes adulto com diabetes de tipo 1 e de tipo 2.

Desde 1921, quando os investigadores canadianos Banting e Best descobriram a insulina e receberam o prémio Nobel pela sua descoberta, esta é a primeira vez que há uma opção para administrá-la, além das injecções. A Exubera estará disponível no mercado muito em breve.

Como é que a Exubera é administrada e como é que funciona?

A Exubera é inalada para os pulmões através da boca, usando um inalador, da mesma forma que os medicamentos para a asma são administrados.

A segurança e eficácia da Exubera têm sido estudadas durante os últimos anos em adultos com diabetes tipo 1 e tipo 2.

Os estudos mostram que a Exubera atinge o pico mais rapidamente que a insulina normal. O pico foi atingido aos 49 minutos (variando entre os 30 e os 90 minutos) com a Exubera, comparado com os 105 minutos (variando entre os 60 e os 240 minutos) com insulina normal.

Para pessoas com diabetes tipo 1, a Exubera pode ser usada em vez da insulina de acção rápida, tomada antes das refeições e em conjunção com a insulina de acção mais lenta.

Para pessoas com diabetes tipo 2, como com qualquer outro tipo de insulina, a Exubera pode ser usada separadamente, em conjunção com comprimidos ou com outros tipos de insulina.

É um sonho tornado realidade?

O endocrinologista perito em diabetes tipo 1, Dr. Richard K. Bernstein, autor de The Diabetes Solution e de Secrets To Normal Blood Sugars, deu a sua opinião a Diabetes in Control:

“Pode ser vantajoso para tipos 2 que estão a produzir muita da sua insulina para ajudá-los com os seus níveis de açúcar no sangue ou se precisarem de uma pequena dose para o fenómeno das madrugadas.. Não trará vantagem para aqueles com diabetes Tipo 1, porque não lhes permitirá um controlo preciso. Não se poderá usar com Tipos 1 ou Tipos 2 que tomam grandes quantidades de insulina. Quando se inala insulina, a imprevisibilidade será o factor mais negativo da sua utilização.”

“Pequenas doses de insulina injectada é muito previzível e quaisquer doses de insulina inalada é muito menos previsível nos seus efeitos sobre o açúcar no sangue, devido às mudanças na mucosa. Se a pessoa estiver constipada ou engripada ou com o nariz entupido, isso vai afectar a absorção.”

“Os estudos actuais sobre a insulina inalada mostraram alguma imprevisibilidade na absorção. Assim, para aqueles que têm diabete Tipo 1, poderia ser muito perigoso, por causa da sua imprevisibilidade.”

Efeitos secundários

Tal como acontece com qualquer tipo de insulina, o principal efeito secundário do Exubera é a hipoglicémia ou seja, baixos níves de açúcar no sangue. Pessoas que a usam devem monitorizar cuidadosamente os seus níveis de açúcar no sangue regularmente. Além disso, houve também registos de outros efeitos secundários tais como: tosse, falta de ar, garganta dorida e boca seca.

Quem não deverá usar Exubera?

Pessoas que fumam ou que deixaram de fumar há pouco e pacientes com asma, bronquite ou enfisema não deverão usar insulina inalada.

Há peritos que recomendam testar o funcionamento pulmonar antes de começar a usar a Exubera e a cada 6 a 12 meses depois de começar.

O patrocinador da Exubera, a empresa farmaceutica Pfizer, comprometeu-se a continuar a estudar os efeitos a longo-prazo e a sugurança do medicamento depois de ele ser comercializado.

Fonte: Notícias da FDA. FDA Approves First Ever Inhaled Insulin Combination Product for Treatment of Diabetes

27 de Janeiro de 2006


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